Quarta praça em movimentação financeira do país, com movimento médio de US$ 50 bilhões por ano – praticamente igual à soma de todas as riquezas do Chile -, Ribeirão Preto deve manter o vigor como polo de investimentos pelos próximos dois anos.
A expectativa consta de estudo do Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração (Inepad) e confirma a vocação regional como atrativa para investimentos.
Apenas no setor de imóveis, Ribeirão Preto tem cerca de 3 mil unidades, entre apartamentos, residências térreas e imóveis comerciais, de valor de mercado acima de R$ 150 mil, que devem ficar prontas até o segundo semestre de 2013.
Segundo os maiores empresários do ramo imobiliário, neste ano o volume de lançamentos de imóveis novos deve ser próximo de R$ 1,5 bilhão, 20% superior a 2011.
O vigor do mercado imobiliário é reflexo do que representa a economia ribeirão-pretana e da cadeia que gira em torno dela.
A região lidera a produção de cana-de-açúcar e produz 2,4 bilhões de litros de etanol – volume suficiente para abastecer mais de 30% da frota de veículos de todo o país – e 4 milhões de toneladas de açúcar, o que equivale a 22% de tudo o que é consumidor de produto no Brasil.
A região responde por 10% do PIB paulista e 2% do PIB nacional.
Processo
Em serviços e comércio, que empregam mais de 50 mil pessoas, há exemplos de aportes como a implantação do Shopping Iguatemi, com investimentos de US$ 269,6 milhões e área bruta locável de 42,2 mil metros quadrados.
A indústria de laticínios Nilza, depois de um processo de recuperação judicial, está pronta para retomar o processamento.
A Usina Nova União, em Serrana, também anuncia a retomada da safra.
