Tornar a busca por imóvel usado menos exaustiva – ou decididamente prazerosa – é um dos mantras das chamadas “imobiliárias-butique”, que se propõem a realizar uma seleção criteriosa das casas e apartamentos que farão parte do seu portfólio.
Em geral, entram nele apenas produtos que se destacam por um elemento especial, Por exemplo, a localização privilegiada, uma vista de tirar o fôlego ou a assinatura de um arquiteto reconhecido pela qualidade de seus projetos. Os Corretores – quase sempre vindo de outras áreas, como publicidade, direito e arquitetura – costumam falar um segundo idioma (os fregueses estrangeiros são uns de seus filões) e conhecem a fundo o que vendem. Tanto agrado, é claro, tem seu preço. Embora a comissão de um corretor de luxo seja em geral os mesmos 6% praticados no mercado, os imóveis costumam custar bem mais que aqueles comumente disponíveis. Em contrapartida, o atendimento personalizado faz com que os clientes percam menos tempo.
O espaço mais caro
Todos os meses, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulga, em parceria com os site de classificados Zap, um índice com a média dos preços dos imóveis em dezesseis municípios brasileiros. De acordo com o último levantamento, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo lideram, nessa ordem, o ranking das cidades onde o metro quadrado custa mais.


